Carta pastoral – Abril de 2026 – ano VII
“A Escolha da "Boa Parte"”
Textos para ler: Lucas 10:38–42
Queridos e amados irmãos, que a Graça e
paz do Senhor seja sobre sua vida e sua família.
Se o seu dia
tivesse 28 horas em vez de 24, o que você faria com as 4 horas extras? (Seja
honesto: você descansaria, oraria ou apenas trabalharia mais?)
Marta não
era uma "vilã"; ela era uma anfitriã dedicada. O problema não foi o
que ela estava fazendo, mas onde o seu coração estava enquanto
ela fazia. Hoje, vamos aprender a diferença entre "fazer para Jesus"
e "estar com Jesus".
A Síndrome da Mente Dividida - No versículo 41, Jesus usa a palavra grega merimnás
para descrever a ansiedade de Marta. Merimnás significa literalmente
"puxado em direções opostas". Marta estava fisicamente na cozinha,
mas sua mente estava fragmentada entre o serviço, a comparação com a irmã e a
irritação com o Mestre.
A Postura de Discípulo - Ao sentar-se aos pés de Jesus, Maria estava
fazendo algo radical. Naquela cultura, apenas homens sentavam-se aos pés de um
Rabino para aprender. Maria escolheu ser discípula antes de ser serva.
O que é Eterno - Jesus afirma que a escolha de Maria "não lhe será tirada".
Enquanto o jantar de Marta seria consumido e esquecido em poucas horas, as palavras
que Maria ouviu moldariam sua eternidade.
Em quais
momentos do seu dia você sente sua mente mais "dividida" (merimnás)?
O que costuma roubar sua presença no "aqui e agora"?
Você já
sentiu que sua dedicação à igreja ou à família gerou irritação em vez de
alegria? Como o exemplo de Marta nos ajuda a diagnosticar isso?
O que
significa, na prática, "sentar-se aos pés de Jesus" em uma semana
cheia de prazos, boletos e responsabilidades?
Se Jesus
chegasse hoje na sua casa, você estaria mais preocupado com a "limpeza da
sala" (as aparências e tarefas) ou em ouvi-lo?
Nesta
semana, antes de abrir qualquer rede social ou começar a primeira tarefa
doméstica/profissional do dia, dedique 15 minutos para sentar-se
"aos pés do Mestre".
Amar a Deus, Amar o próximo e Fazer Discípulos.
Até a última casa!
Pr. Luiz Antonio
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