terça-feira, 9 de agosto de 2016

Carta Pastoral 028 - A esmola e a oração



Carta pastoral - Agosto de 2016 – ano I – 028
                                                                  
                                                                         Carta Pastoral

Texto para ler: Mt 6. 1-8
Queridos e amados irmãos, que a graça e paz do Senhor seja sobre sua vida e sua família.
“O fogo que causa incêndios e destruição, ferindo e matando pessoas; é o que se cozinha os alimentos para saciar nossa fome e nos aquecer do frio”. Vemos que a forma como usamos um recurso é que definirá o seu valor. No texto que lemos, Jesus nos apresenta dois valiosos recursos que se usados corretamente, trará grandes benefícios para nossa vida e dos que estão à nossa volta – A esmola e a oração.
Podemos extrair três preciosas verdades desse texto:
1.    Esmola e oração fazem parte da vida dos discípulos de Cristo. Jesus não apresenta a esmola e a oração como algo a ser praticado por opção. A prática de ajudar pessoas necessitadas é o reflexo natural de quem um dia foi alcançado pela Graça de Deus. Todo aquele que recebeu a ajuda de Deus sem ao menos merecer, tem um coração voltado a ajudar pessoas, mesmo que elas não mereçam ou não agradeçam. Da mesma forma, todo aquele que se aproximou do Senhor por meio de Jesus, precisa manter-se em contato direto com Ele através da oração. Pv 11.25; Pv 22.9; Is 58.10; Jo 15.7; Lc 11.9; Sl 91.15
2.    Deus sonda a intenção do nosso coração. Outro ensinamento importante de Jesus é que o que determina a qualidade da nossa esmola e da oração é a intenção. Quando ajudamos alguém, o foco deve estar em Deus primeiramente, mostrando à pessoa que aquela ajuda veio por causa do Seu amor por ela. E na pessoa que está sendo ajudada, mostrando que ela é importante para Deus e para nós. Também quando oramos, é para nos aproximar de Deus e não nos destacar entre os homens. É para que o Senhor cresça em nossas vidas e não para crescermos diante dos homens. Tanto na esmola quanto na oração, a intenção deve ser a mesma; que Ele cresça e eu diminua, que Ele apareça e eu me constranja com a sua Glória. 1Sm 2.3; Dn 2.22; Jr 17.10
3.    O nosso Deus é recompensador. Uma das grandes virtudes da vida com Deus é que sempre seremos recompensados por Ele. Melhor do que isso, a recompensa será sempre maior do que o que fizermos. Todos os que se dedicam em ajudar pessoas serão ricamente abençoados. E todos aqueles que se colocam diante de Deus em oração, serão ouvidos e respondidos. Sl 58.11; Ap 22.12; 1Co 15.58
Como é bom aprender com Jesus e viver em sua presença. Nos tornamos pessoas abençoadas e abençoadoras, temos nossas orações ouvidas por Deus e um galardão no céu que está preparado para nós. Se você meu amigo, ainda não decidiu viver na presença de Deus e aceitar Jesus como seu salvador, o Senhor te diz: “venha a mim, você que está cansado e sobrecarregado que Eu tenho uma nova vida para você”. Se você é alguém que está em busca de reconhecimento humano, faça um conserto com o Senhor ainda hoje.
Em Cristo Jesus, nossa redenção. Até a última casa!
                                                                     Pr. Luiz Antônio

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Carta Pastoral 027 - Retribuição do Amor



Carta pastoral - Agosto de 2016 – ano I – 027

                                                               Carta Pastoral

Texto para ler: Mt 5. 38-48
Queridos e amados irmãos, que a graça e paz do Senhor seja sobre sua vida e sua família.
O texto que lemos é a confirmação de que o cristianismo autentico é o único estilo de vida capaz de transformar esse mundo. Somente os ensinos de Jesus contém a formula perfeita para curar e prevenir o homem da maldade que ele se encontra contaminado. O pecado afundou a humanidade num abismo de ódio muito profundo e somente o AMOR é capaz de nos tirar desse abismo. Jesus nos traz um precioso ensino sobre a forma de retribuição que os seus servos devem exercer neste mundo de ódio. Vamos refletir um pouco sobre as formas de retribuição e qual deve ser a nossa:
1.    Retribuição da carne - É a maneira comum de agirmos para retribuir alguém por alguma atitude. Se formos abraçados abraçamos, se nos cumprimentam cumprimentamos de volta, mas se nos ofende ofendemos também. E é aí que está o grande problema. Pois quando se trata de retribuir o mal, sempre buscamos retribuir de forma mais perversa do que fomos atingidos. E o pior que mesmo depois de retribuir, ainda não estamos satisfeitos. O resultado desse tipo de retribuição é que vemos diante de nós; guerras, violência e morte.
2.    Retribuição da lei – É a tentativa de impor justiça a retribuição. Olho por olho, dente por dente, ou seja, o castigo pela ofensa deve ser na mesma medida. Mas aí também está outro problema. É que quando se trata da punição para quem nos prejudicou, nunca estamos satisfeitos, e se nós somos punidos porque fomos transgressores, ficamos revoltados com a punição. Os presídios formam criminosos ainda piores, pois saem de lá pessoas se sentindo injustiçadas e com desejo de retribuir a punição que receberam. Criando assim um ciclo de maldade interminável.
3.    Retribuição do AMOR – É a capacidade de agir contrário a ofensa. É a perfeita forma de retribuição que quebra o ciclo do mal. Dessa forma não há insatisfação nem injustiça. O melhor é que quem recebe essa retribuição tem a capacidade de ser transformado. Mas é bom ressaltar que nós só podemos dar aquilo que temos. Só é capaz de retribuir com amor, quem tem o amor de Deus dentro de si. Rm 12.17-21; 1Ts 5.15; 1Co 13.4-7; 1Pe 2.18-23; 1Pe 3.9
Jesus é a maior manifestação do amor de Deus. Toda maldade e pecado do homem foi retribuído por Deus através do amor em que deu seu único Filho para morrer por nós. Portanto se queremos viver esse amor que é capaz de nos fazer amar nossos inimigos e retribuir com o bem quem nos faz mal, precisamos aceitar Jesus como salvador de nossas vidas e viver segundo a sua vontade. Jo 3.16  
Em Cristo Jesus, revelação do amor de Deus. Até a última casa!

                                                                          Pr. Luiz Antônio 

terça-feira, 19 de julho de 2016

Carta Pastoral 026 - Uma só palavra



Carta pastoral - Julho de 2016 – ano I – 026

                                                                 Carta Pastoral

Texto para ler: Mt 5. 33-37
Queridos e amados irmãos, que a graça e paz do Senhor seja sobre sua vida e sua família.
O Evangelho de Mateus tem nos mostrado a cada dia que a vida com Jesus é uma vida de retidão em todos os níveis. Jesus nos ensina no Sermão do Monte que seguir a Ele envolve mudança de conduta e distanciamento das práticas mundanas. Um sábio pensador disse que se chegasse no final de sua vida e descobrisse que Deus não existia, ainda assim teria valido a pena seguir aquele caminho. Pois servir a Deus nos faz pessoas melhores; nos faz ser melhores pais, irmãos e cidadãos.
O texto ora lido nos traz mais preciosos ensinamentos para essa vida de retidão que Jesus nos propõe, dos quais quero destacar apenas três:
1.      Deus é Santo – Jesus confronta os fariseus que faziam mau uso do nome de Deus e de sua criação em suas ações pecaminosas. Homens de caráter duvidosos faziam juramentos a Deus mas não os cumpriam. O Senhor é fiel em sua palavra e requer de nós fidelidade diante Dele. Não podemos ignorar a santidade de Deus como fizeram Nadabe e Abiú que se apresentaram de qualquer maneira diante de Deus para lhe oferecer fogo estranho. Nem como Ananias e Safira que desprezaram a onisciência do Senhor e quiseram enganar os apóstolos. A exemplos dessas pessoas, muitos têm se dado muito mal por não estarem na presença de Deus com seriedade e santidade assim como Ele é Santo. 1Pe 1.15-16; Êx 15.11; Is 6.3; 1Sm 6.20; Ap 15.4
2.      Não envolva o santo com o profano – Jesus também combate neste texto, uma prática bastante comum naquele tempo e em nossos dias; o uso do que é santo para maquiar o pecado. Os fariseus trapaceavam, extorquiam, adulteravam e muitas outras coisas terríveis, usando juramentos em nome de Deus, do céu, do templo etc. Não é diferente em nossos dias; quantas pessoas usando até a própria Bíblia para suas ações pecaminosas. Dizendo que Deus disse o que Ele não falou. Dando poderes a objetos que Deus não consagrou. Nos faltaria tempo aqui para mencionar as práticas em que os homens têm envolvido o santo e o profano. Mas vamos nos apegar aos ensinos de Cristo e viver na dependência Dele em santidade. 2Co 6.14-18
3.      Seja sincero e íntegro na sua palavra – O principal ensinamento de Jesus nesse texto é que devemos ter uma só palavra. A integridade é imprescindível para o cristão. Quem tem o caráter nos moldes de Cristo, a sua palavra tem crédito. Para que a nossa conduta não seja de procedência maligna:
·         Pense antes de falar
·         Faça compromissos que possa cumprir
·         Compre apenas o que pode pagar
·         Só fale aquilo que é capaz de confirmar
Como é bom aprender e andar com Jesus! Se você ainda não viveu essa experiência. Hoje Jesus convida a caminhar com Ele e ter uma nova vida. Em Cristo Jesus, caminho, verdade e vida. Até a última casa!
                                                                             Pr. Luiz Antonio

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