terça-feira, 21 de setembro de 2021

Carta Pastoral 176 - Capacitados pelo Espírito Santo

 Carta pastoral – Setembro de 2021 – ano V – 176

     Série: “O Tempo do Espírito Santo”

 “Capacitados pelo Espírito Santo”

Texto para ler:  Habacuque 3:17-19

 Queridos e amados irmãos, que a Graça e Paz do Senhor seja sobre sua vida e sua família.

Quando Valadares está num calor de 42 graus, é difícil imaginar que haverá momentos em nossas vidas que precisaremos usar roupas de frio. Quando chega o inverno, porém, a perspectiva muda! O mesmo acontece conosco em tempos de tranquilidade. Parece que tempos difíceis nunca vão acontecer, mas o próprio Jesus nos preveniu que no mundo passaríamos por sofrimentos (Jo 16:33). Embora passageiro, o sofrimento pode nos abater.

O profeta Habacuque viveu num período em que uma grande crise de ordem espiritual, moral e social havia se instalado em sua nação. Porém, mesmo em meio aos "tempos difíceis", ele conseguiu experimentar vitória, pois foi capacitado e sustentado pelo Espírito Santo. Hoje vamos aprender com ele a nos comportar em meio às dificuldades e sair vencedores...

 

1.     Em Tempos difíceis o Espírito Santo gera inconformismo - Habacuque 1:2-3 - O questionamento de Habacuque revela o seu inconformismo com aquela situação de caos na nação. Isso nos ensina que não basta percebermos que existe uma crise. Precisamos sentir, orar a Deus, nos incomodar. Devemos ter uma atitude de inconformismo e transformar a nossa mente, como diz Romanos 12:2 e Efésios 4:17-24, pois a vontade de Deus é boa perfeita e agradável. Diante de Deus podemos ter respostas ao que nos desafia. Por isso é tão fundamental orar, como fez aquele profeta.

 

2.     Em Tempos difíceis o Espírito Santo nos orienta - Habacuque 2:1-4 – Quando buscamos a Deus, Ele nos dá a sua visão das coisas. O inconformismo não é suficiente para nos levar a atitudes produtivas. Habacuque se colocou na torre de vigia diante do Senhor, ou seja, ele se manteve buscando a Deus, até que este lhe deu uma visão, não apenas para sua vida, mas para ser compartilhada com todo mundo. A resposta do Senhor foi que aquela crise cumpriria o seu propósito, a seu tempo. No vs. 4, esse propósito é revelado: separar o soberbo (que confia em si mesmo) do justo que vive pela fé (confia em Deus).


3.     Em Tempos difíceis o Espírito Santo nos dá esperança - Habacuque 3:17-19 – Quem anda perto de Deus não se impressiona com o cenário. Mesmo que as coisas pareçam fora de controle, ele sabe que não estão, pois o Senhor governa tudo de acordo com o seu propósito. A esperança é o sentimento que prevalece, mesmo em tempos difíceis, no coração daqueles que se refugiam em Deus.

Haveremos de passar dias difíceis, mas se estivermos capacitados pelo Espírito Santo, vamos de fato PASSAR, não permanecer. Mesmo em meio às maiores provações, o Espírito Santo nos sustenta em adoração. Se você está passando momentos de adversidade em sua vida, saiba que o Espírito Santo quer te capacitar a vencer essa provação. Se entregue a Ele e permita que fale aos seus ouvidos, pois Ele tem direção certa que te conduzirá pelo caminho da vitória. É o Tempo do Espírito Santo! Tempo de sermos capacitados para os desafios que estão diante de nós como Igreja.

Em Cristo Jesus, esperança da Glória. Até a última casa!

 

                                                                                                          Pr. Luiz Antonio

segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Carta Pastoral 175 - Ungidos pelo Espírito Santo

 Carta pastoral – Setembro de 2021 – ano V – 175

     Série: “O Tempo do Espírito Santo”

“Ungidos pelo Espírito Santo”


Texto para ler:  Mateus 20:29-34

 Queridos e amados irmãos, que a Graça e Paz do Senhor seja sobre sua vida e sua família.

Estamos vivendo um tempo em que podemos levar muitas pessoas à salvação. Não podemos ficar ocupados apenas com os nossos desafios pessoais. Ao nosso redor, há gente precisando de socorro, clamando para ser colocada diante de Jesus. Este é um tempo de serviço, fé e oportunidade. Não podemos perdê-lo! Foi para isso que o Espírito Santo nos ungiu! Hoje, vamos nos inspirar numa das histórias de Jesus, contadas nos evangelhos.

1.     Ungidos, podemos ver quem está clamando por misericórdia – vs. 29 e 30 (“Uma grande multidão o acompanhava ... e eis dois cegos, assentados à beira do caminho”) - Assim como Jesus, mesmo cercado pelo agito das multidões, vivia sempre atento aos perdidos, marginalizados e carentes de salvação, assim devemos estar apercebidos na nossa caminhada dia a dia. Há sempre uma voz ao nosso lado clamando: “tem misericórdia de mim”. Não podemos nos esquecer que salvar as pessoas é a prioridade do coração de Deus.

 2.     Ungidos, vencemos o mundo que trabalha para que pessoas desistam – vs. 31 (“Mas, a multidão os repreendia para que se calassem...”) – Se a igreja não tiver a preocupação de notar aqueles que estão clamando por ajuda, a maioria não terá uma oportunidade de salvação e mudança de vida. O mundo intimida aqueles que querem buscar a Deus e é preciso rompermos esse bloqueio da multidão, sendo intencionais em nos aproximar de quem precisa de um milagre.

 3.     Ungidos, priorizamos o evangelismo e as ações de misericórdia - vs. 32 (“Então, parando Jesus...”) - Como filhos de Deus, nossa prioridade deve ser pregar a palavra e ganhar os perdidos. Precisamos nos empenhar no sentido de não deixarmos a evangelização em segundo plano. É preciso agirmos como Jesus, pararmos tudo, sempre que houver alguém demonstrando sua carência do evangelho e do amor de Deus.

 4.     Ungidos, levamos luz aos que estão em trevas – vs. 33 (“Que se nos abram os olhos...”) – Aqui nesta passagem, Jesus atendeu ao clamor de dois cegos, literalmente, mas precisamos entender que a maior necessidade das pessoas é revelação, luz espiritual, pois vivem em trevas. Pregar o evangelho é a forma que temos de levar essas vidas a terem seus olhos abertos para uma nova realidade no Reino de Deus.

 5.     Ungidos, contemplaremos a alegria dos milagres – vs. 34 (“Condoído, Jesus tocou-lhes os olhos, e imediatamente recuperaram a vista e o foram seguindo.”) – Precisamos, como nosso Senhor nesta história, nos condoer da situação das pessoas (condoer significa sentir a dor delas). Isso deve nos levar a tocar em suas necessidades, com o poder do Espírito que carregamos, sendo canais do sobrenatural e da salvação em suas vidas, para que elas, como aqueles dois cegos, sigam conosco no caminho da fé.

Que essa Unção seja derramada sobre cada um de nós! Ungidos, faremos a diferença neste Tempo e conduziremos muitas vidas a viver uma nova história. Vamos buscar intensamente essa unção, pois é o Tempo do Espírito Santo.

 Em Cristo Jesus, esperança da Glória. Até a última casa!

 

                                                                                                          Pr. Luiz Antonio

terça-feira, 7 de setembro de 2021

Carta Pastoral 174 - O Espírito Santo e sua Atuação

 Carta pastoral – Setembro de 2021 – ano V – 174

     Série: “O Tempo do Espírito Santo”

“O Espírito Santo e sua Atuação”


Texto para ler:  Atos 4.31

Queridos e amados irmãos, que a Graça e Paz do Senhor seja sobre sua vida e sua família.

Hoje comemoramos a Independência do Brasil. Uma data muito importante para nós brasileiros, pois se trata da nossa liberdade como nação. É o dia de levantarmos um clamor especial pelo nosso país para que caia por terra toda ação do inimigo em tentar dominar, oprimir e destruir nosso povo. Continuaremos mergulhando na Palavra de Deus, procurando entender o Espírito Santo como uma pessoa presente em nossas vidas (dentro de nós) e que deve se tornar o nosso melhor amigo. Sua ação é fundamental para que tenhamos uma vida vitoriosa, santa e sobrenatural. Vamos ver, hoje, mais algumas áreas em que Ele atua decisivamente...

 1.      O Espírito Santo produz em nós o caráter de Cristo – Gálatas 5:22-25 – A religião e o esforço humano não são suficientes para santificar as nossas vidas e nos tornar semelhantes a Cristo. Somente o Espírito Santo tem o poder de mudar o nosso caráter, renovar a nossa mente e imprimir em nós as virtudes de Deus. É por isso que essas virtudes são chamadas de fruto do Espírito. Quanto mais intimidade temos com ele, mais seremos pessoas maduras e espirituais.

 2.     O Espírito Santo nos unge para uma vida sobrenatural – Atos 1:8; I Coríntios 12:7-11 – Uma das ações mais importantes do Espírito Santo na vida do crente é liberar sobre ele um poder sobrenatural para fazer a obra de Deus. Especialmente a partir da experiência chamada “batismo no Espírito Santo”, ele libera dons, que são capacidades sobrenaturais e que devem ser exercitadas com zelo e pela fé. Isso é decisivo para que o evangelho avance!

 3.     Se o Espírito Santo é um amigo, essa amizade precisa ser cultivada – São nossas atitudes, nossa correspondência ao seu amor, à sua voz, ao estilo de vida que Ele quer que vivamos, que faz com que esse relacionamento cresça, seja mais profundo e poderoso.

a. Eu não devo entristecer o Espírito Santo – Efésios 4:28-30 – A presença do Espírito será proporcional à honra que eu lhe presto e ao valor que lhe dou. Se mantenho minha vida de acordo com seus comandos, Ele se torna mais e mais influente. Se resisto à sua vontade e o entristeço, Ele aos poucos se apaga.

b. Eu preciso investir no meu relacionamento com o Espírito Santo – Efésios 5:18-21 – Encher-me continuamente dele é uma necessidade primordial e eu faço isso cultivando uma vida de adoração, de gratidão e de aliança com a igreja.

 

Se houver alguém que ainda não experimentou a ação do Espírito Santo em sua vida, hoje você tem a oportunidade de entregar sua vida a Cristo e ser amigo do Espírito Santo, que irá te conduzir à uma vida sobrenatural       e ter o caráter de Cristo moldado em você. Vamos neste momento clamar pela nossa nação e para que nós sejamos cheios do Espírito e desenvolvamos um relacionamento de intensa amizade com Ele.

 Em Cristo Jesus, esperança da Glória. Até a última casa!

                                                                                                           Pr. Luiz Antonio

terça-feira, 31 de agosto de 2021

Carta Pastoral 173 - O Espírito Santo e sua missão

 Carta pastoral – Agosto de 2021 – ano V – 173

     Série: “O Tempo do Espírito Santo”

“O Espírito Santo e sua missão”


Texto para ler:  João 14:16-17; 16:5-15

 Queridos e amados irmãos, que a Graça e Paz do Senhor seja sobre sua vida e sua família.

Quando ia se aproximando o tempo de sua morte, Jesus passou a falar mais clara e insistentemente sobre o assunto e isso produzia uma profunda tristeza nos discípulos. Foi, então, que Ele lhes apresentou uma outra perspectiva. Eles não ficariam órfãos, mas teriam um Amigo sobrenatural e que estaria, não apenas com eles, mas neles.

O Espírito Santo deve ser para nós o que o próprio Jesus foi para os discípulos quando estava em carne, aqui na terra. Jesus caminhou, conversou e teve comunhão com eles; Ele os dirigiu, instruiu e protegeu. Quando estava para partir, Ele disse: “Eu vou embora, mas enviarei OUTRO para andar com vocês, ser amigo de vocês e estar com vocês”.

Nós devemos nos relacionar com o Espírito Santo como uma pessoa influente. Não se refira a Ele como se fosse uma coisa. O Consolador sente, fala, intercede, reage às nossas atitudes. Portanto, devemos tratá-lo como trataríamos Jesus, se Ele estivesse aqui em carne. Pois bem, como uma pessoa, o Espírito atua de várias formas, influenciando as nossas vidas:

 1.     O Espírito Santo nos convence dos nossos erros – João 16:8; Isaías 30:21- Sem o poder convencedor do Espírito Santo, nunca teríamos percebido nossa necessidade de salvação. Ninguém voluntariamente desistiria de seu pecado e daria as costas a este mundo em verdadeiro arrependimento, sem sua influência. Ele nunca acusa, mas também nunca se omite diante do pecado. Sua ação nos convence do pecado e nos chama a consertar o que está desagradando a Deus... Normalmente, se nossa consciência não estiver cauterizada (endurecida), toda vez que pecarmos, perderemos a paz, sentiremos tristeza, que é um reflexo da tristeza que o Espírito sente dentro de nós e devemos reagir a isso, confessando o nosso pecado e abandonando-o.

2.     O Espírito Santo nos guia – João 14:26 e 16:13 – Ele tem a missão de nos conduzir à vontade do Pai, seja revelando a Palavra, lembrando a Palavra ou trazendo direção específica para cada decisão em nossas vidas. Por isso, é importante aprendermos a discernir sua voz e estar atentos para ouvi-lo – Ler também Apocalipse 2:29.

3.     O Espírito Santo nos confirma – Romanos 8:14-16; Efésios 1:12-14 – Ele é a garantia da nossa salvação. É a sua presença em nós e a sua voz interior que nos assegura sobre a paternidade de Deus. Ninguém tem mais poder de firmar nossa identidade em Cristo do que o Espírito Santo. Sua presença na vida do crente, como um selo, faz com que o mundo espiritual respeite a nossa autoridade.

4.     O Espírito Santo nos consola – João 14:16; 15:26 – Não é à toa que Jesus chamou o Espírito Santo de Consolador. Quantas vezes Ele tem sido nosso amigo presente na angústia! Sempre que a decepção cobre o coração de um crente, seja por sua própria causa, por causa dos outros ou das lutas da vida, sua presença que traz conforto e renovo! Quem se relaciona com o Espírito Santo nunca mergulha na solidão!

5.      O Espírito Santo nos ajuda em nossas fraquezas – Romanos 8:26 – Ele não se relaciona conosco, esperando que sejamos Super Homens. Sabendo das nossas debilidades, Ele entra em ação para nos ajudar, especialmente a vencer o pecado. Ele é o canal da Graça de Deus que nos capacita a manter uma vida santa e vitoriosa, apesar das nossas fraquezas.

Percebemos que por meio do Espírito Santo nós temos recursos suficientes para viver neste mundo tão desafiador. Com Ele habitando dentro de nós, não há nada que possa ser um obstáculo em nossa frente, pois tudo que precisamos, Ele tem à nossa disposição. Esse é o Tempo do Espírito Santo; tempo de nos revestirmos dEle para viver vitoriosamente na presença do Senhor.

Em Cristo Jesus, esperança da Glória. Até a última casa!

                                                                                                           Pr. Luiz Antonio

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Carta Pastoral 172 - O Amigo Espírito Santo

 Carta pastoral – Agosto de 2021 – ano V – 172

     Série: “O Tempo do Espírito Santo”

“O Amigo Espírito Santo”


Texto para ler:  Atos 1:8; 2:1-4

 Queridos e amados irmãos, que a Graça e Paz do Senhor seja sobre sua vida e sua família.

O dia de Pentecostes é uma das datas mais significativas da história da Igreja, pois foi quando o Espírito Santo foi derramado pela primeira vez. Cento e vinte irmãos permaneciam unidos em oração, em Jerusalém, esperando a promessa que Jesus lhes fizera. De repente, um vento soprou naquele cenáculo e todos foram cheios do Espírito, falando em outras línguas e manifestando a Glória de Deus.

A experiência de Pentecostes não é apenas histórica (algo que aconteceu um dia). Ela deve acontecer com cada crente e ser renovada sempre. Nossa relação com o Espírito é decisiva para uma vida vitoriosa. Por isso, vamos dedicar algumas reuniões do GCEU neste mês e mergulhar nesta verdade, entender o papel do Espírito Santo como nosso melhor amigo e buscar mais intimidade com Ele, pois esse é o Tempo do Espírito Santo. Vamos começar hoje, nos lembrando daquele dia em que houve o primeiro derramar e tirar lições preciosas daquela experiência...

 

1.    O derramar do Espírito foi uma promessa de Jesus, cujo propósito principal é nos capacitar como suas testemunhas – Atos 1:8 – O enchimento do Espírito visa a nos fortalecer e principalmente nos capacitar para pregar o evangelho, manifestando sinais sobrenaturais que confirmem a Palavra. O resultado imediato daquele derramar no dia de Pentecostes foi que Pedro se levantou, pregou e três mil pessoas se converteram. Precisamos sempre nos concentrar no propósito, para que a unção não se perca. (ler Atos 2:38-41).

2.    A perseverança em buscar é uma das marcas daqueles que são cheios do Espírito Santo – Atos 2:1 – Uma vida de unção é para os sedentos. Aqueles cento e vinte discípulos só foram cheios porque perseveraram juntos em oração, por muitos dias, buscando a promessa do derramar do Espírito. Eles tiveram que renunciar a muitas coisas e insistir no propósito, até verem o mover de Deus. (ler Isaías 44:3 e Jeremias 29:13).

3.    Ser cheio do Espírito é uma experiência divina e espiritual – Atos 2:2 – Muita gente confunde a unção do Espírito com mera emoção. O vento que soprou naquele lugar veio do céu, não foi produzido por nenhuma técnica humana. O motivo pelo qual muitos crentes “sentem a unção”, mas não manifestam os frutos sobrenaturais em suas vidas é que se limitam à dimensão emocional. São tocados pela música, pelo pregador, pelo entusiasmo dos outros, mas não se conectam realmente à fonte que é o Espírito Santo. Eles se contentam só com a sensação e não buscam algo mais profundo.

4.    O propósito do enchimento do Espírito é fazer de nós tochas vivas – Atos 1:3 – Um dos sinais que ocorreram no dia de Pentecostes foi que se podia ver chamas de fogo sobre a cabeça de cada um daqueles cento e vinte irmãos. Obviamente, isso não continua acontecendo literalmente cada vez que alguém é cheio do Espírito, mas representa algo que Deus quer fazer ao nos encher: levantar-nos como tochas acesas, capazes de iluminar os ambientes onde vivemos e de incendiar outras pessoas com o mesmo poder.

 

Agora vamos investir um tempo orando por enchimento do Espírito em nossas vidas. Se você ainda não foi batizado no Espírito e não ora em línguas, ore especificamente por revestimento de Poder e para receber pela fé o batismo e orar em línguas. Ore também por aqueles que reconhecem que esfriaram e precisam de um renovo na unção.

Em Cristo Jesus, esperança da Glória. Até a última casa!

 

                                                                                                          Pr. Luiz Antonio

terça-feira, 17 de agosto de 2021

Carta Pastoral 171 - O Consolador

 

Carta pastoral – Agosto de 2021 – ano V – 171

     Série: “O Tempo do Espírito Santo”

“O Consolador”

Texto para ler: João 16.1-13

 

Queridos e amados irmãos, que a Graça e Paz do Senhor seja sobre sua vida e sua família.

Que alegria podermos retornar às reuniões dos GCEUs! Nossos corações transbordam de alegria em poder retornar com nossos encontros, crendo que o Senhor está nos apontando um caminho de grandes avanços em nossas vidas. Vamos continuar nos cuidando, e cuidando do nosso próximo para cumprir o IDE de Jesus e fazer discípulos.

Nós estamos debaixo de um direcionamento profético que é “O tempo do Espírito Santo”. Iremos fazer uma reflexão profunda sobre o Espírito Santo e seu ministério, além de buscarmos o revestimento dEle sobre nós. Que cada casa e coração receba a visitação e seja morada do Espírito Santo de Deus! Pois este é o seu Tempo de agir no meio da Igreja.

O Senhor Jesus Cristo nos deixou a promessa do Espírito Santo e o denominou como o CONSOLADOR que viria a nós a fim de nos nutrir com paz. Ao olharmos para o tempo presente, percebemos que ação do Espírito de Consolar é fundamental e indispensável para nós.

1.    Consolador em tempos de crise Jo 14.16-18. O ministério do Espírito Santo como Consolador nos mostra que os dias seriam difíceis, que provações estariam diante de nós a todo tempo, nos fazendo enfrentar luto e tristeza. Diante desse quadro é que teríamos a necessidade de alguém para nos fortalecer e consolar em tempos difíceis. Neste último domingo fomos impactados pelo testemunho da missionária Lídia Dutra e pudemos ver a ação do Espírito Consolador em sua vida, pois somente Ele é capaz de dar Graça para alguém suportar tamanha perda (esposo, dois filhos pequenos e uma sobrinha) e tristeza. É este Espírito que está nos conduzindo nestes dias e nos sustentando para continuar nossa jornada sem retroceder e desanimar. É este Espírito que está nos apontando à frente, um dia em que todas as lágrimas serão enxugadas do nosso rosto. Ele o consolo necessário para nós.

2.    Consolador presente Mt 28.20. O Espírito Santo nos traz o conforto de que não estamos sozinhos em momento algum. Em nossa caminhada, passamos por momentos de aparente solidão como João passou na ilha de Patmos, como Paulo na prisão e muitos outros servos do Senhor tem enfrentado na obra missionária. Mas ainda que estejamos sem a presença de algum irmão ou parente, a pessoa do Espírito Santo está do nosso lado. Os cristãos no Afeganistão estão passando por um momento difícil, mas não estão sozinhos. Os irmãos no Haiti estão vivendo dias terríveis, mas não estão sozinhos. Nós não estamos sozinhos! Temos a presença do Consolador falando aos nossos ouvidos “Eu estou convosco! Não se atemorize! Continue caminhando! Não pare!”

3.    Consolador e motivador Jo 16.7-8. Muito mais que consolar, o Espírito Santo nos motiva a caminhar e continuar a jornada. Não basta ser consolado; é preciso continuar a obra que temos e recebemos para fazer. O ministério do Espírito Santo nos mostra que passaríamos por adversidades, mas Ele nos consolaria, não nos deixaria sozinhos e que seria preciso se levantar, sacudir a poeira e prosseguir. Diante das perdas muitos paralisam sua vida e ministério, é por isso que temos o Espírito Consolador que nos põe de pé, nos encoraja, nos enche de força (que não sabemos de onde vem), e nos faz caminhar. Pedro e João foram ameaçados e pressionados a parar de pregar, mas o Consolador os fez continuar pregando. É através dessa ação do Espírito Santo que o Evangelho continuará sendo pregado no Afeganistão, na Coreia do Norte, no Haiti e em todo o mundo.

Que o Espírito Santo Consolador seja sobre vida! independente da dor que tenhamos de enfrentar, Ele tem a medida certa de consolo e força pra nos fazer levantar e continuar a jornada. Fomos chamados para transmitir essa verdade ao mundo. Nesse tempo de tantas lágrimas derramadas, as pessoas precisam saber que há um consolo e um consolador. O consolo é que temos um céu de Glória Eterna preparado para nós, e o consolador é o Espírito Santo que nos aponta o caminho para chegar lá.  Vamos anunciar ao mundo essa Boa Nova!

 Em Cristo Jesus, esperança da Glória. Até a última casa!

                                                                                                          Pr. Luiz Antonio

terça-feira, 9 de março de 2021

Carta Pastoral 170 - A Dinâmica do Reino

 Carta pastoral – Março de 2021 – ano V – 170

     Série: “Discípulos que fazem Discípulos”

“A dinâmica do Reino”

Texto para ler: Hebreus 11.1-6

 Queridos e amados irmãos, que a graça e paz do Senhor seja sobre sua vida e sua família.

Que alegria podermos retornar às atividades dos GCEUs! Em um tempo tão desafiador, entendemos que precisamos avançar, mesmo que para isso tomemos todos os cuidados necessários. Avançamos porque amamos a Deus sobre todas as coisas, e nos cuidamos (higienização e distanciamento) porque amamos o nosso próximo como a nós mesmos.

Além de todos os cuidados, precisamos entender que nossa vida está alicerçada na FÉ. Essa é a dinâmica que nos move – a FÉ. Este é um tempo em que somos desafiados a clamar ao Senhor e crer em sua intervenção em nosso favor. Muitas vezes, parece que Deus não está nos ouvindo ou que não quer nos atender. A razão, muitas vezes, é o fato de não estarmos usando a “dinâmica” do Reino. É claro que Deus pode atender diretamente às nossas necessidades, mas o princípio é de que Ele responde à nossa fé. Vamos observar algumas características dessa dinâmica, para que nossa oração e súplica seja mais eficaz.

1.      Fé significa Confiança - Hebreus 11:1 - A palavra “fé”, traz a ideia de confiança – a mesma confiança que uma criança pequena tem em seus pais. Para crer em algo que não vemos e ter certeza daquilo que ainda esperamos, é necessário confiança absoluta. Toda caminhada de fé exige esse tipo de confiança.

2.      A Fé se baseia na Graça e no Amor - 1 Coríntios 13:2b - Ao contrário dos conceitos pagãos, o exercício da fé não é resultado de um esforço mental. Se entendemos que fé significa confiança, precisamos baseá-la em nosso coração, mais do que na razão humana. Em muitos dos milagres que Jesus operou, está registrado que antes de agir, Jesus “moveu-se de íntima compaixão”

3.      Fé implica em não se conformar – Mateus 15:21-28. Este texto traz um intrigante diálogo entre Jesus e uma mulher pagã. Ela, diante de uma situação terrível, não hesitou em buscar ajuda em Jesus. Ele fez um teste de fé, aparentemente desprezando-a. Porém, seu desejo de ver sua filha liberta levou-a a humilhar-se ao máximo, que Jesus admirou-se de sua fé, e o milagre aconteceu. Esta mulher conquistou o que buscava porque não se conformou com a situação em que se encontrava.

4.      A fé está alicerçada no poder de Deus – I Coríntios 2:4-5. A fé verdadeira, como vimos, não é um exercício mental. Quando a exercemos, ela desata o poder sobrenatural que, por sua vez, “alimenta” novos desafios de fé. Segundo esse texto, a fé e a pregação da Palavra devem sempre andar de mãos dadas.

5.      A Fé está disponível para todos os Filhos de Deus – Romanos 12:3 - Todos nós, que temos o Espírito Santo, recebemos uma medida de fé. Isso significa que exercer fé não é para uma elite escolhida, ou para “superstars” cristãos, mas para todos nós.

Vamos agora exercitar nossa Fé, em um momento de clamor pela nossa nação, orando também para que uma medida maior de fé seja liberada sobra a vida de muitas pessoas que se encontram aflitas e sem esperança.

Quais são os desafios de fé que cada um tem e orem em concordância por esses desafios. Se houver enfermos, ore por cura. Dê oportunidade para que os visitantes dediquem sua vida a Cristo, conduzindo-os em uma oração de entrega.

 

Em Cristo Jesus, esperança da Glória. Até a última casa!

 

                                                                                                          Pr. Luiz Antonio

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