terça-feira, 17 de maio de 2016

Carta Pastoral 019 - O Sermão da Montanha 08



Carta pastoral - Maio de 2016 – ano I – 019

        
Carta Pastoral
Texto Básico: Mt 5. 10-12
Aos amados e queridos irmãos do GCEU, que a graça e paz do nosso Senhor Jesus seja sobre todos vós!
Concluímos hoje o que poderíamos chamar de jornada pelas bem aventuranças. Diante do que já nos foi exposto, podemos considerar que Jesus, no início do sermão nos apresentou não só apenas verdades, mas desafios para serem superados à medida que crescemos espiritual. Seja aprovado em cada bem aventurança, e estará apto para uma vida de santidade, sabedoria e felicidade.
Podemos perceber como os princípios ensinados por Jesus são tão contrários aos que são oferecidos pelo mundo. E também refletirmos como a maioria das pessoas que frequentam as igrejas e se dizem “cristãos”, estão distantes da prática de vida que o Senhor Jesus nos apresenta.
Concluindo essa série de ensinos, Jesus nos traz a ideia de que somos bem aventurados quando perseguidos por praticar as demais bem aventuranças. Devemos nos atentar para o fato, de que o texto não fala de qualquer perseguição; é perseguição por causa da justiça. Quantos estão sendo perseguidos, criticados e atacados porque têm tido um mau testemunho, e se acham no direito de estarem inseridos no contexto desses versículos. O texto nos mostra que o mundo só pode falar mal de nós mentindo.
Devemos entender o quanto devemos ser santos e espirituais. O nosso padrão de vida não pode estar abaixo do apresentado no Sermão da Montanha. Se quisermos saber e viver uma vida reta e santa diante de Deus, devemos pensar em todo o tempo, se nossa conduta condiz com aqueles que Jesus os classificam como Bem aventurados. Hb 12.14; 1Pe 1.15; Tg 1.22
Em Cristo Jesus, esperança da Glória. Até a última casa!
                                                                                        
                                                                        Pr. Luiz Antonio

terça-feira, 10 de maio de 2016

Carta Pastoral 018 - Sermão da Montanha 07



Carta pastoral - Maio de 2016 – ano I – 018

        
Carta Pastoral
Texto Básico: Mt 5. 9
Aos amados e queridos irmãos do GCEU, que a graça e paz do nosso Senhor Jesus seja sobre todos vós!
“Bem aventurado os pacificadores, porque que eles serão chamados filhos de Deus.” No decorrer dos dias em que temos meditado nas bem aventuranças, creio que os irmãos têm percebido o quanto elas são necessárias para a nossa vida cristã. As bem aventuranças não se tratam de atitudes opcionais onde eu posso escolher ou não praticar. Elas integram um estilo de vida indispensável para todo aquele que deseja agradar a Deus e andar em sua presença.
Hoje refletiremos sobre um comportamento que deve ser praticado por todo seguidor de Cristo. Na verdade, não deve ser apenas praticado, deve se tornar um estilo de vida; Ser pacificador.
O primeiro ponto a se pensar, é que só pode ser pacificador, quem tem paz interior. Somente quem tem a certeza que seus pecados foram perdoados e que tem a sua fé fundamentada na palavra de Deus, é que pode desfrutar dessa paz interior. Um dos graves problemas que os “crentes” vivem é a falta dessa paz. Estão em constante guerra com fraquezas carnais, pois ainda não tiveram uma verdadeira experiência de salvação. E também tem aqueles que vivem em conflitos doutrinários e teológicos, pelo fato de não buscarem um conhecimento mais profundo das sagradas escrituras. São levados por todo vento de doutrina, que criam em suas mentes confusões de pensamentos que enfraquecem a fé e os colocam em contendas com outras pessoas. Rm 5.1; Fl 4.5-8.
Outro fato a ser considerado, é que todo filho de Deus tem como característica ser pacificador. Não é uma opção; faz parte da identidade dos filhos de Deus. Portanto quem não promove a paz entre as pessoas, não pode ser considerado filho de Deus. Como é lamentável ver tanta contenda dentro das igrejas. Líderes que usam o púlpito, as redes sociais e caríssimos programas de TV para atacar outros líderes e pessoas não crentes. Isso demonstra a falta de amor para com Deus e ao próximo; falta de conhecimento e obediência à palavra de Deus. O Senhor nos chama para pregar a paz por meio de Jesus Cristo. Somos convocados para anunciar a paz em todos os lugares e de todas as maneiras possíveis, pois é isso que o mundo precisa. O verdadeiro servo de Cristo não deve ser propagador do caos, da violência, do ódio e da revolta. Não use as redes sociais e os seus dispositivos de comunicação para esse tipo de conteúdo. Seja um instrumento de Deus para levar esperança e paz aos corações aflitos. Hb 12.14; Rm 12.18; Mt 22.37-40     
Em Cristo Jesus, esperança da Glória. Até a última casa!
                                                                   Pr. Luiz Antonio

terça-feira, 3 de maio de 2016

Carta Pastoral 017 - O Sermão da Montanha 06



Carta pastoral - Maio de 2016 – ano I – 017


Carta Pastoral
Texto Básico: Mt 5. 8
Aos amados e queridos irmãos do GCEU, que a graça e paz do nosso Senhor Jesus seja sobre todos vós!
Chegamos hoje na sexta reflexão sobre as bem aventuranças; “Bem aventurado os limpos de coração, porque eles verão a Deus”. Temos visto nesses dias, que para alcançar uma vida de felicidade e realização, é necessária uma mudança de comportamento que nos coloca em contradição com o mundo. Os valores que a humanidade apresenta para uma vida feliz é muito diferente do que a bíblia nos ensina. A palavra de Deus nos mostra que para ser bem aventurado, a mudança deve acontecer em nosso interior, enquanto o mundo relaciona felicidade com coisas exteriores e materiais.
A expressão “limpos de coração”, nos traz outra atitude de mudança interna. Ser limpo de coração é ter o interior purificado de todo tipo pecado que nos corrompe de dentro para fora. As vezes uma pessoa pode ter uma aparência de integridade e retidão, mas o seu pensamento é dominado por desejos maliciosos terríveis. Recentemente recebi em meu gabinete, uma pessoa que a considerava um servo de Deus exemplar; nunca tive a necessidade de discipliná-lo nem adverti-lo por algum ato de imoralidade ou conduta repreensível. Mas para meu espanto, essa pessoa confessou que seu coração era apodrecido por um pecado, e que esse mal estava destruindo sua vida; a inveja. Ao ouvir essa história, fiquei a pensar – quantas vidas podem estar dentro das igrejas nessa mesma condição? Mt 15.17-20; Mt 5.28
Jesus confrontou os fariseus que viviam em situação semelhante; se preocupavam com a aparência exterior, mas tinham o coração dominado pela avareza, homicídios, adultérios e outros males que posteriormente, Paulo os intitulam como obras da carne Gl 5.19-21. Assim é a vida de muitos em nosso tempo; têm aparência de religiosidade, mas o coração está contaminado pelo pecado. Procuraram mudar o que os homens vêm, mas não mudaram o que só Deus vê. A Bíblia os compara com sepulcros caiados Mt 23.27. A história de Naamã descreve esse tipo de pessoa, que por fora estão vestidos de uma roupa de pureza e força, mas por dentro está sendo consumido pela lepra do pecado. 2Rs 5.1
Louvado seja o nosso Senhor Jesus Cristo, que é poderoso para nos purificar através de seu sangue, e nos tornar limpos de coração e limpos de mãos. Basta nos rendermos diante Dele em confissão e arrependimento, que ainda que nosso interior esteja como as aguas do Rio Doce, Ele nos limpa completamente. Is 1.18; 1Jo 1.7-9.
Em Cristo Jesus, nossa esperança da Glória. Até a última casa!
                                                                                                          Pr. Luiz Antonio

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